Cálculo Sonâmbulo

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Navego cego nos mares de fótons
Abrindo caminhos em axiomas e sons
Esquivando da estrada decadente
Que coroa seu cadáver sorridente

Tentei me refrescar em seu satélite
Falecendo tantas vezes pela orla
Enterrei minhas retinas nas órbitas
Sublinhei o coração com dinamite

Arriando a pompa
Desfazendo a conta
Vesti a alma
Com tinta preta

[Bibi Monteiro] – Mais poesias da poeta



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