Eu prefiro as curvas, as suas curvas

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Sem papo reto
prefiro sua forma curvilínea
e até os ângulos obtusos de uma discussão tola.
Você é moça,
menina doce
de olhar ingênuo.
Sou safo,
cafa
e nem um pouco sereno no olhar.
Olho no fundo d’alma,
deixo seu pudor nu
e ataco toda sua inocência com bafo de cerveja
e olhos semicerrados.
Ziguezague,
assim dançam nossos corpos sem se tocar.
Distantes,
lá longe,
aqui perto.
fazendo curvas fechadas,
outras abertas
deixando de lado a realidade
e esse papo de ser reto.

[Pedro Henrique de Araújo] – Mais poesias do autor



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