Um poema do livro “A poesia agora é o que me resta”

Facebook Twitter Email

Diego Calazzans - A poesia agora é o que me resta


“no fim, como um filme, nos vem
o estoque total da memória”
– eu cria como tantos creem.
mas meu acre dáimon agora
me incita até me ter rendido.
“me creia!”, diz, “não há tal vídeo”.
barganho: “nem verei, então,
‘isso é uma obra de ficção’?”

[Diego Callazans]



Os comentários estão desativados.